A proposta é trabalhar a inclusão e envolver pessoas com qualquer tipo de deficiência. "Esse projeto foi criado para desenvolver termos que não existiam no mundo do vinho, palavras que não existiam no mundo de sinais, de Libras. Foi para desenvolver e mostrar que o enoturismo pode ir muito além do que estamos acostumados. É mostrar para os surdos que o enoturismo vai muito além dos sentidos", pontua a sommelière Patrícia Possamai.
"Todo mundo tem os mesmos direitos. A Escola de Enologia de Bento Gonçalves, junto com a Vinícola Salton, fizeram um projeto de inclusão do mundo do vinho para os surdos. Uma pessoa foi selecionada para criar todas as palavras possíveis para que os surdos possam participar da degustação, para entender Quando falamos em aroma, taça grande", diz a turismóloga da Secretaria de Turismo de Bento, Denise
Holleben.
"Não é uma promoção da Vinícola Salton para ela, é uma ação social distribuída para o Brasil inteiro, o Projeto pode ser aderido por qualquer vinícola, qualquer um pode ler o QR Code, tem o projeto na mesa e o vídeo deles elaborando as palavras para a degustação", explica a turismóloga.
Bento como propagador da inclusão
"Somos a capital brasileira do vinho e do enoturismo, trabalhamos com a inclusão e nada melhor do que propagar essa informação e esse conhecimento para o mundo todo. Eu digo que a harmonização é a brincadeira dos adultos, porque está em casa, vai jantar com um grupo de amigos, e por que não combinamos para brincar com a comida. E aí vira uma grande festa", finaliza Holleben.
Texto e fotos: Festuris/Divulgação




